O templo de Shaolin foi construído por volta de 495 d.C. pelo Imperador Xiaowen (dinastia Wei do norte), para servir como centro de divulgação do budismo sob a supervisão do monge indiano Batuo. Supõe-se – mas não há provas que comprovem essa afirmação -, que já naquela época, o templo iniciou o ensinamento de artes marciais com técnicas locais. Trinta anos depois, chegou a Shaolin o monge indiano Damo (Bodhidharma). A versão folclórica da história conta que além da filosofia Chan, Damo também introduziu movimentos e métodos de treinamento advindos de estilos de combate indiano, o que transformou radicalmente os estilos de kungfu praticados no templo.  

A escola de Shaolin, certamente é a mais famosa de kungfu da China. Originária do mosteiro budista de mesmo nome, o templo está localizado no sopé da montanha Songshan, entre as cidades de Zhengzhou e Luoyang (antiga capital do Império Chinês, até o século X), na província de Henan. O mosteiro de Shaolin foi construído a mando do Imperador Xiaowen (471 a 500 d.C.) para ser o maior centro de estudo e difusão do budismo da época.   

Muitos militares e nobres refugiaram-se em Shaolin. Com a constante visita de estrangeiros - sejam foragidos, convidados ou até mesmo estudiosos do budismo, os monges puderam aprender, estudar e aprimorar os estilos de artes marciais com quem tivessem contato, começando dessa forma, a formação da arte marcial do mosteiro de Shaolin.  

Os estilos eram divididos em casas, sendo ensinados a pequenos grupos de monges. Shaolin contou com 18 casas principais, cada uma com um estilo distinto - tendo um monge responsável por cada uma. Considera-se que apesar de não haver ainda provas concretas que solidifiquem tal afirmação, uma destas casas era reservada ao estilo “Shaolin das dez rotinas”, que consistiria na base do estilo Shaolin do Norte (bei Shaolin quan men).   

Durante a dinastia Ming (1368 – 1644), a cultura filosófica e marcial de Shaolin floresceu. Porém, a dinastia seguinte - Qing (a última imperial chinesa) também conhecida como Manchu (1644 – 1911) -, tentou dominar a China pelo uso da força, encontrando grande resistência por parte dos monges (versão folclórica). Nesse período, considerado a era dourada de Shaolin - existia perto de cinco mil monges vivendo, trabalhando e estudando no templo. Devido às perseguições impetradas por esta dinastia sobre os oficiais leais à dinastia anterior, muitos destes acabaram se refugiando em Shaolin. Com eles, foram grandes os números de armas que, devido à época tempestuosa em que viviam, acabaram por ensinar seu manejo aos monges. Até essa época, o bastão era a arma mais popular em Shaolin.   

A influência política de Shaolin declinou muito durante o período de domínio Manchu. Em outra versão folclórica e bem conhecida da história, conta-se que eles perseguiram os chineses de etnia Han e baniram a prática das artes marciais. Em 1736, o exército Manchu teria empreendido um terrível ataque ao mosteiro, incendiando toda sua estrutura, e, sobretudo, não poupando vidas. Dentre os poucos monges sobreviventes, alguns se destacaram pela bravura: Li Shikai, Hu Dedi, Ma Chaoxing, Fang Dahong e Cai Dezhong - e que posteriormente teriam se refugiado no templo de "Shaolin do sul". Esse mosteiro localizava-se na província de Fujian (Fukien), e teria sido fundado por Zhikong - por volta do século XIII -, a mando de Tanzong (famoso abade, e que teria se tornado "general"). O mosteiro de Fujian, teria tido cinco grandes mestres que ficaram conhecidos como “os cincos mestres de Shaolin”: Zhi Shan (que teria sido o monge superior), Wu Mei (criadora do estilo Yong Chun), Bai Mei (o “sobrancelha branca”), Miao Xian e Feng Dao. Apesar de curta duração (teria sido destruído em 1768), o mosteiro de Fujian divulgou muito a arte de Shaolin através da criação das “36 câmaras de Shaolin”, casas onde se praticavam diversas técnicas. Contudo, é bom salientar que é uma parte romântica da história e não possui registro histórico que comprovem sua veracidade. Tanto o mosteiro de Fujian como as “36 câmaras de Shaolin” comprovadamente não existiram e a maior parte desse relato surgiu de uma obra literária fictícia. 

Alguns dos movimentos do estilo Shaolin do Norte foram criados com base nos animais e nos elementos da natureza. Sua prática envolve todos os segmentos do corpo, desenvolvendo força, resistência, velocidade, equilíbrio e flexibilidade - além de aprimorar a capacidade de concentração e respiração.   

A base das técnicas do estilo está compreendida nos katis (jiazi em mandarim e que significa “estrutura”), que consistem em seqüências de movimentos de ataques e defesas, dispostos de forma lógica e harmoniosa, apresentados em ordem de dificuldade crescente, simulando uma luta com um ou mais adversários e que definem o estilo. Dentro de nossa escola, estão subdivididos em dois grandes grupos: katis de armas e katis de mãos vazias. Os katis de mãos vazias são compreendidos em onze formas: Kati básico (criado fora da escola no início do século XX e incorporado ao nosso estilo no fim da década de 1920), grupo dos cinco menores e o grupo dos cinco maiores.   

 

Tabela dos katis do estilo Shaolin do Norte na ordem que são ensinados 

Os katis de armas se subdividem em: armas curtas (punhal e caneta), armas médias (espada, facão, flauta, bengala), armas longas (bastão, lança, da dao) e armas articuladas (corrente, sanjiegun, bastão vassoura). Muitas das armas utilizadas no kungfu têm sua origem nos instrumentos de trabalho dos antigos camponeses ou em artefatos do cotidiano. 

Algumas das armas utilizadas no estilo Shaolin do Norte 

O Shaolin do Norte é um estilo extremamente respeitado por qualquer praticante de arte marcial, seja ela de origem chinesa, ou não. Seu grande destaque se dá por ser um dos estilos mais antigos, tendo influenciado muitos outros. Possui grande número de técnicas de combate, tanto de mãos livres, como com as mais variadas armas (machado, ganchos, espada, punhal, etc.). Suas técnicas exigem muito do praticante - pois são de difícil domínio, necessitando aliar leveza e força, rapidez e equilíbrio, resistência e concentração, beleza do movimento e eficiência na aplicação.    

O estilo Shaolin do Norte também conta com uma importante técnica de desenvolvimento do qigong marcial. O método Xiao Jinzhong (pequeno sino de ouro) é ensinado integralmente.

Mestre Chan, executando o treinamento da poderosa “palma de ferro” 

A prática correta dessa técnica respiratória acarreta num desenvolvimento aguçado da percepção e controle emocional do praticante. O aprimoramento do equilíbrio do corpo e da mente através da prática correta da técnica - permitem feitios pouco comuns, como uma capacidade extraordinária de absorver golpes e de suportar cargas muito elevadas, bem como a execução das conhecidas técnicas de quebramentos. Esse poderoso método de domínio do qi pode ser utilizado tanto para a aplicação em combate, como também para o uso medicinal. 

Mestre Gu Ruzhang quebrando uma pilha de doze tijolos refratários apoiados completamente no chão

Historicamente, o estilo Shaolin do Norte pode ser dividido em duas fases distintas: a fase monástica (ou fechada) - que compreende o período desde a fundação do templo, quando o estilo foi sendo desenvolvido pelos monges budistas e ensinado somente a monges budistas, até o monge Zhaoyuan ser escolhido como abade superior; e a fase aberta - onde o abade Zhaoyuan passou a permitir o ensino da arte a pessoas externas, não budistas, do templo. A partir da fase aberta de ensino do estilo Shaolin do Norte, tornou-se extremamente importante à valorização da tradição, pois sem um controle específico das “famílias” que se formavam, crescia o risco da degeneração do estilo e a conseqüente proliferação de falsas escolas Shaolin, criadas com base na fama do estilo original.  

Surgiram ao longo da história, alguns mestres que se destacaram por manterem o valor da tradição, dando continuidade na qualidade de ensino. Um dos grandes mestres responsáveis pela casa Shaolin do Norte teria sido o abade Zhaoyuan. Consiste na história recorrente, porém é bom salientar que não há registro histórico da existência de Zhaoyuan em Shaolin. Gan Fengshi teria estudado com Zhaoyuan, e a versão folclórica da história sugere que ele teria se tornado bastante famoso e posteriormente considerado como um dos “sete heróis” de seu tempo, sendo destes, o único a atingir a velhice. Foi o primeiro leigo a se formar com o abade.   

Wan Bangcai foi o melhor aluno de Gan Fengshi, do qual foi herdeiro de todo o conhecimento, logrando notável perícia como artista marcial. Yan Degong foi o melhor aluno de Wan Bangcai e, portanto, seu herdeiro na arte - tendo utilizado suas habilidades marciais no negócio de escolta a caravanas comerciais. O filho de Yan Degong, Yan Sanxing - tornou-se seu herdeiro e também se estabeleceu no ramo de escolta a caravanas.   

Yan Jiyun (também conhecido como Yan Jiwen), filho e herdeiro da arte de Yan Sanxing, como seu pai e seu avô, continuou na atividade comercial de escolta a caravanas. Foi um grande amigo do mestre Gu Lizhi, famoso guardião de caravanas. 

 

Mestre Gu Ruzhang (Ku Yu Cheung, na grafia mais conhecida) nasceu em 1894 na província de Jiangsu, porém cresceu em Zhenjiang onde foi iniciado nas artes marciais por seu pai - Gu Lizhi, um respeitado mestre de Cha quan e Tantui. Mestre Gu Lizhi era proprietário de uma empresa que prestava serviços de escolta e proteção a caravanas, tendo ensinado kungfu a Gu Ruzhang até que esse completasse 12 anos de idade. Após a morte de seu pai, o jovem Gu Ruzhang deu continuidade a seus estudos no kungfu com um grande amigo de seu pai - o mestre Yan Jiyun, onde aprendeu “Shaolin das Dez Rotinas”, uma grande variedade de armas tradicionais, a famosa técnica da “palma de ferro” e o sistema de controle de energia interna “o pequeno sino de ouro”. Gu Ruzhang treinou com os maiores mestres de sua época, além de todos os ensinamentos do mestre Yan Jiyun - durante mais de uma década de estudo -, ainda aprendeu do general Li Jinglin, o Taijiquan, Baji e espada de Wudang. Com o lendário mestre Sun Lutang, aprendeu Bagua. E, de Wan Laisheng, Gu Ruzhang aprendeu o estilo Liuhe.

Gu Ruzhang era o primeiro dos “cinco tigres do norte”. Ele se estabeleceu em Guangzhou (Cantão) antes de ficar conhecido como um dos “cinco tigres”. Viveu por algum tempo em Nanjing, onde participou da primeira Prova Nacional de Guoshu, tendo mais tarde voltado a Guangzhou com os demais - quando assim passaram a ser conhecidos como “os cinco tigres do norte”. Gu Ruzhang foi responsável pela introdução e divulgação de muitos dos estilos do norte, no sul da China. Ficou bastante conhecido pelo seu extraordinário domínio de qigong marcial. Faleceu em 1952. 

 

Mestre Yan Shangwu nasceu em 1882, na cidade de Cenxi, antiga província de Guangxi (hoje, região autônoma da China). Aos 35 anos de idade já era um respeitado mestre do estilo Hongjia (Hung Gar), quando após um confronto decidiu aprender o estilo Shaolin do Norte de Gu Ruzhang, passando a dedicar todo o seu tempo no aprendizado, tornando-se posteriormente herdeiro do estilo e das técnicas de qigong marcial. A exemplo de seu mestre, Yan Shangwu também estudou os principais estilos dos grandes mestres de seu tempo, aprendendo Bei Sheng Cailifo de Tan San (um dos “dez tigres do sul”), Liuhe e Ziran Men de Wan Laisheng (outro dos “cinco tigres do norte”).

Em 1952, três anos após a revolução cultural chinesa, Yan Shangwu mudou-se para Hong Kong. Ali ficou muito famoso por suas habilidades marciais e ficou conhecido como o mestre da “cabeça de ferro”.

Yan Shangwu é a transcrição de seu nome em pinyin. Como morou e faleceu em Hong Kong (1892-1971), por certo, seu nome era transcrito de forma diferente do pinyin (mais usado na parte continental da China). A forma como assinava e como é normalmente mais conhecido é Yim Sheung Mo.

 

Mestre Chan Kowk Wai (Chen Guowei, em pinyin) nasceu em 3 de abril de 1935 - em Taishan, próximo a Guangzhou (Cantão), ao sul da China. Desde cedo se interessou pelas artes marciais e com 4 anos de idade assistia escondido aos treinos do mestre Chen Songwei (Chan Seok Sing), e tentava reproduzir os movimentos que havia observado nos momentos em que ficava a sós. Ao ser descoberto, mestre Chen ficou admirado com sua enorme capacidade técnica, incomum para crianças de sua idade. Mestre Chen Songwei abriu exceção as suas rígidas regras, admitindo o pequeno Chan como seu aluno no estilo Cailifo. Mestre Chan treinou por quase dez anos com mestre Chen, mudando-se posteriormente para Guangzhou, onde aprendeu Luohan e outros estilos. Problemas políticos em decorrência ao final da República da China (1912-1949) e início da República Popular da China, o fizeram sair da China continental juntamente com sua família, indo morar em Hong Kong, antiga colônia britânica.

Em Hong Hong, mestre Chan passou a treinar com Ma Jianfeng (Ma Kim Fong, numa grafia mais conhecida), mestre do estilo Luohan - uma das mais importantes escolas externas do norte da China e que possuí raízes firmadas diretamente no monastério de Shaolin.

Como tantos outros mestres, Yan Shangwu também precisou mudar-se da China continental, vindo a morar coincidentemente no mesmo prédio onde morava a família Chan, em Hong Kong. Lá estabeleceu sua nova escola e o então jovem Chan, iniciou seu estudo em Shaolin do Norte. Chan Kowk Wai passou a se dedicar integralmente aos treinos, inclusive abrindo mão de sua vida social. Tanta dedicação acabou lhe valendo a total confiança do mestre Yan Shangwu, que o tornou seu herdeiro em Shaolin do Norte.

Incentivado por seu mestre, Chan Kowk Wai aprendeu vários outros estilos com os melhores mestres de sua época: Louva-a-deus Sete Estrelas, de Huang Hanxun (Wong Hon Fan); Garra de Águia, de Zhang Zhanwen (Chian Jin Man) e Xiong Sheng Cailifo, de Zhen Yaochao (Yan You Chin).

Após estudar por oito anos com o grande mestre Yan Shangwu (Yim Sheung Mo), mestre Chan mudou-se para o Brasil em 1960, vindo morar na cidade de São Paulo. Fundou o grupo de kungfu no Centro Social Chinês, onde ministrou aulas durante doze anos. Também ministrou aulas na Universidade de São Paulo (USP) durante sete anos.

Em 1972, fundou a “Academia Sino-Brasileira de Kungfu”, que atualmente é matriz de inúmeras academias espalhadas por todo território brasileiro, além de países como Argentina, Chile, Espanha e Estados Unidos. Foi um dos fundadores da “Federação Paulista de Kungfu” e o primeiro presidente da “Confederação Brasileira de Kungfu – Wushu”.

Aclamado internacionalmente como um dos maiores mestres do mundo, recentemente recebeu o título de "10° grau" concedido pela “World Organization of Wushu Kungfu Masters”, na cidade de Vancouver no Canadá. Estima-se que existam em torno de 600 mil alunos espalhados pelo mundo, destes – em torno de 60 mil, teriam sido alunos diretos dele. Um projeto de lei de maio de 2003 - instituiu o dia 11 de abril – dia da chegada do mestre Chan no Brasil -, como o dia do kungfu, sendo a data incluída no calendário de eventos da cidade de São Paulo.

Nessa mesma data, no ano de 2010 – aconteceu a comemoração dos 50 anos de ensinamento do kungfu no Brasil, pelo mestre Chan Kowk Wai. Foi organizada uma grandiosa festa que contou com mais de 500 convidados. Entre eles estavam professores, alunos, autoridades políticas, membros da comunidade chinesa, amigos e familiares - onde foram prestadas as mais diversas homenagens por essa tão importante passagem.

Mestre Chan Kowk Wai ministra aulas diariamente na academia matriz, situada na Rua João Moura, n° 288. Bairro Pinheiros, São Paulo/SP. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (0**11) 3062 0916. Recentemente foi inaugurada a primeira filial direta da matriz de nossa escola: “Academia Sino-Brasileira Hon Kit Wushu” que tem a supervisão direta do professor Thomaz Chan, filho do mestre Chan. Além do kungfu tradicional, a escola também oferece aulas de wushu contemporâneo. Thomaz Chan é o introdutor da modalidade no Brasil na década de 80. A academia localiza-se na Rua Dr. Augusto de Miranda, n° 792. Bairro Pompéia, também em São Paulo, capital. Telefone: (0**11) 3536 6033.

 

Mestre Chan formou diretamente mais de 100 discípulos, e muitos desses ministram aulas e contribuem para o desenvolvimento e divulgação do estilo Shaolin do Norte. Um dos mais importantes professores de nossa escola é Lee Chung Deh. Foi o segundo aluno a ser graduado pelo mestre Chan e foi responsável pela introdução do Shaolin do Norte no sul do Brasil. Natural de Taiwan, professor Lee iniciou seus estudos no kungfu ainda na década de 60, com o próprio mestre Chan Kowk Wai, no Centro Social Chinês. Chegou a Porto Alegre/RS em 1975, quando começou a ensinar o Shaolin do Norte na KIDOKAN (famoso centro de artes marciais na época) e logo em seguida passou a ensinar nos três estados do sul, de maneira simultânea, alternando os dias entre as cidades e praticamente “morando” dentro do ônibus. Mais tarde, veio a se estabelecer em definitivo no estado do Paraná, na cidade de Curitiba - onde ministrou aulas por muitos anos. Professor Lee formou vários dos principais alunos da região sul e também do Brasil - sendo Rogério Leal Soares, Jorge Jung e Luis Augusto Worm, considerados os principais. Hoje vive em São Paulo, não ensinando mais o kungfu – porém treinando regularmente com o mestre Chan Kowk Wai.

Professor Lee Chung Deh (esquerda), executando kati combinado de bastão

Rogério Leal Soares foi um dos primeiros alunos do professor Lee Chung Deh e é o principal difusor do estilo Shaolin do Norte em Santa Catarina. Natural de Camaquã/RS, iniciou seu treinamento em 1975 – na cidade de Porto Alegre/RS, vindo a se formar em agosto de 1986. Ministrou aulas por diversas cidades do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso. Em 1983 fixou residência em Florianópolis/SC (cidade por onde já havia passado anteriormente) e fundou a “Associação Sino-Brasileira de Kungfu”, filial da matriz de São Paulo. Desde 1986 aprende diretamente com o mestre Chan Kowk Wai. Professor Rogério Leal Soares é a principal referência do estilo em Santa Catarina. Grande incentivador do kungfu - promoveu diversas competições e demonstrações que contribuíram diretamente para a solidificação do Shaolin do Norte no estado catarinense. Entre os anos de 2002 e 2006, foi o organizador dos seminários sobre kungfu Shaolin do Norte e Taijiquan – com o mestre Chan Kowk Wai, em suas quatro edições realizadas em Florianópolis/SC.

Professor Rogério Leal Soares 

 

Genealogia do estilo Shaolin do Norte 

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